01/01/2010

1º Turma de Formandos do Curso de Direito da UEM - 1971

Por meio da lei estadual 5218/1965 (23/12/65) do Deputado Estadual Haroldo Leon Peres, foi instituida a faculdade de Direito de Maringá em 1965. Pelo Decreto Estadual 18109/1970, a faculdade foi anexada a Universidade Estadual de Maringá. O respectivo curso foi reconhecido em 16 de março de 1971. No ano de 1976, em agosto, a Faculdade de Direito passou a integrar o Centro Socio Econômico da UEM.

O curso funcionou no Colégio Marista, Edifício Afonso Fernandes Martins, Instituto de Educação Estadual de Maringá, Colégio Regina Mundi, e somente em 1974 foi transferido para o campus da UEM.

A 12 de fevereiro de 1971 a primeira turma de advogados formou-se, sendo eles:

Antenor Errerias Lopes, Antonio Bortoloto, Aparecido Domingos Errerias Lopes, Ayres Aniceto de Andrade, Dimas Ortêncio de Melo, Dirceu Pagani, Edina Pereira, Edmo João Domingos, Eli Pereira Diniz, Francisco César Soares, Geraldo Bento, Hamilton Vieira de Camargo, Heber Gomes da Silva, Hélio Domingos, Idílio Bernardo da Silva, Izaura Gonçalves, João Sala, Joel Mota de Mendonça,
José Brasilino de Melo, José de Almeida Guimarães, José Luiz Gori, José Weffort Filho, Juniti Koiki, Laércio Claudio Werneck, Luiz Celso Torrente de Andrade, Newton Bonifácio Genta, Philemon de Assis Vieira, Sebastião Campos de Almeida.

A foto dos formandos juntamente do então prefeito Dr. Adriano José Valente (também advogado) e professores.

Fonte: http://www.ddp.uem.br/index.php?option=com_content&view=article&id=52&Itemid=65

Um comentário:

  1. Meu nome é Fernanda Constâncio Cortez, trabalho em uma empresa como financeira na cidade de Maringá-Pr. A empresa para qual trabalho tem mais de cem ações trabalhistas contra ela. Um advogado que tem seis processos contra a empresa que trabalho, por motivos pessoais (não vislumbro outro motivo), ingressou com duas ações de ex colegas de trabalho meu contra a minha pessoa física. O advogado trabalhista tem a função de defender o direito dos trabalhadores em ações judiciais trabalhistas. Ponto. Defender os direitos trabalhistas e não se utilizar de sua profissão para humilhar, tripudiar com petições, suposições, mentiras, palavras ao vento. No entanto movido pela sua ignorância, o mesmo tendo seis clientes contra uma mesma empresa em apenas dois processos decide demandar contra a minha pessoa física. Não sou sócia, nunca fui sócia de fato nem oculta de nenhuma empresa. Nenhuma. Sou apenas uma funcionária, como os clientes deles já foram. Infelizmente na (IN) Justiça do Trabalho, vale tudo!!! Vale MENTIR!!! Vale agir de má fé. Infundadas acusações. Ora, srs bacharéis!!! Não baixem o nível. A Justiça do Trabalho é um tema muito sério para deixá-lo restrito ao círculo dos srs. causidicos, Justiça!!!!!

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